terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Tainá brinca com a sua pequena filha, a linda Sophia. De uma forma segura e delicada...
E Daniel como é que ele brinca com Sophia?


Segue os cuidados de Daniel com sua amada filha ( brincando amiiiiigo! =P)




Depois dizem que os chineses não têm qualidade de vida...

PROFISSÃO - Assistente de Punheta e/ou Coletora de espermas...

Doação de esperma na China

Já temos visto em vídeo, que nos Estados Unidos eles dão umas revistas pornográficas, um frasquinho e uma sala privada para que os doadores possam... Mas digam-me lá...se os chineses não estão muito mais evoluídos !?
Eles nem querem que o pessoal (os doadores...) se cansem...



Nada: existência não existente criando bugs em meu cérebro.


O BOM SENSO é a coisa do mundo melhor partilhada, pois cada qual pensa estar tão bem provido dele, que mesmo os que são mais difíceis de se contentar em qualquer outra coisa não costumam desejar tê-lo mais do que o têm.”

Descartes e sua irônia genial…

Na realidade, se o bom senso realmente existisse, uma quimera tão terrível quanto o nada (provavelmente a maior de todas) sequer existiria (o que faria com que deixasse de ser uma (quimera)). Nossa mente tem bugs. Se pode-se dizer ser a mente um software, este, como todos os demais, possui lá seus bugs. E por se tratar de um software de missão crítica, os mesmos são no mínimo inaceitáveis.
Para melhor explicar este bug, primeiro preciso apontar para aquele com o qual todos costumam normalmente confundir o nada: o vazio. Nada é uma coisa (como dói escrever “nada é uma coisa”!), vazio é outra.
O vazio implica na ausência de algo em determinado espaço. Posso pensar em um campo sem bolas, em meu bolso vazio ou na minha falta de paciência. O vazio é pensável portanto, ele pressupõe a existência de alguma coisa, resumindo: é um ente.
Já o nada… trata-se de um maldito bug. Convém lembrar os três caminhos descritos por Parmênides: há o caminho correto, do que é, o caminho do homem, que é e não é (dikranoi), e o caminho que não se deve seguir, que é o do não ser, coisa alguma pode advir daí.
O nada consiste na ausência de qualquer coisa no todo. Se é a ausência de qualquer coisa, coisa alguma poderia existir, pois a partir do momento em que o faz, o todo passa a existir. e se aponto para algo, quando por exemplo digo seu nome, este, existe.
Logo, a partir do momento em que o nada existe, um loop infinito é iniciado:
O nada é a ausência de qualquer coisa no todoDigo o nada. Logo consigo pensá-lo.Penso no que existe. Pois se não existe, não há como ser pensado.Logo, o nada existe.Mas o nada é a ausência de qualquer coisa, logo não pode existirSe é a ausência de qualquer coisa, é a ausência de si mesmo (!)Mas acabei de dizê-loE continua ad infinitum…
Crio o maldito simplesmente ao pensá-lo!Logo, o nada não existe? Bom, se não existisse, não haveria problema algum, e este post também não existiria. Mas você o está lendo.
Poderia alguém contra argumentar: Kico, o nada não é um contra-senso. Você simplesmente não o pensa. E eu diria: sim, é um excelente argumento. Ele é tão real que não o penso. Mas para que algo seja real, deve existir, nem que seja apenas conceitualmente. Conceitos existem (são rés cogitans citando Descartes). Logo, o nada existe.
(maldição! se existe, o nada é ALGO! Se é ALGO, não é nada! (e outro loop se cria))
Não é possível usar a palavra nada sem cometer o assassinato do sentido. Trata-se de uma estrutura defeituosa em nossa mente, e que, como não temos o código fonte, simplesmente não podemos consertar.
No máximo, podemos criar outro pensamento sem sentido durante todo o nosso período de nossa vida:“não vou pensar no nadanão vou pensar no nadanão vou pensar no nada”
E a cada “não vou pensar no nada”, penso nele!
Resumindo: estamos ferrados, a não ser que passemos a usar vazio ao invés do nada que, se bobear, seria o nada 2.0, ou seja, a versão consertada do nada, que infelizmente precisa conviver com a versão legada, o que também não resolve o problema, porque o maldito ainda estará fazendo a única coisa que não deveria fazer: está EXISTINDO!
PS: Só uma nota: Descartes não aceitava o vazio. Tinha terríveis problemas com ele.


E eu vou dormir mais uma noite com náuseas pensando no maldito nada!

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